A mão alcança a frente da embalagem primeiro. Cor, fotografia e palavras grandes cabem num segundo. Então o pacote vira. No verso, a escolha deixa de ser reflexo e vira conversa.
1. O que este produto diz que é?
Comece pela denominação e pela quantidade. Se a marca e a fotografia fossem cobertas, você ainda saberia descrever o alimento?
2. Qual é a base da formulação?
A lista aparece em ordem decrescente. Leia até o fim, incluindo componentes entre parênteses. Quantidade de ingredientes não é placar; arquitetura importa mais que contagem.
3. Para que cada componente está ali?
Sabor, estrutura, umidade, conservação e cor são funções diferentes. Quando um nome chamar atenção, procure a explicação numa fonte técnica antes do veredito.
4. Há um cuidado que muda a decisão?
Alergênicos, glúten, lactose, conservação e necessidades clínicas podem ocupar o centro da leitura. A embalagem física vigente é a referência imediata.
5. O que os números realmente comparam?
Localize porção e medida caseira. Depois use 100 g ou 100 ml para comparar produtos equivalentes. Um único número não resume o alimento.
6. Existe lupa frontal?
Ela sinaliza alto teor de nutrientes específicos segundo critérios regulatórios. É um aviso relevante, não a biografia inteira do produto.
7. A promessa combina com o restante?
“Fonte de”, “alto em”, “zero” e “sem” possuem condições de uso. Pergunte exatamente o que a palavra descreve e o que deixa de fora.
Use em dois produtos
| Pergunta | Produto A | Produto B |
|---|---|---|
| Denominação | _____ | _____ |
| Base da lista | _____ | _____ |
| Alergênicos | _____ | _____ |
| Porção / 100 g | _____ | _____ |
| Alegação principal | _____ | _____ |
